| Veja, este povo doido Olha, este mundo louco Sinta, o sabor da vida Engula, as palavras verídicas Apalpe, este corpo máquina Beba, suas próprias lágrimas Cheire, o odor do pó Cuspa, a saliva seca Deglute, seu próprio suor Defeque, neste povo doido Amarre, este mundo louco Despeça, do sabor da vida Negue, as palavras verídicas Escarre, neste corpo máquina Mergulhe, em suas próprias lágrimas Retire, o odor do pó Vomite, saliva seca beba, seu próprio suor Entregue-se no fim da batalha Aceite a terra prometida Deite neste leito fúnebre e siga o caminho escuro que você não escolheu |